E deixe-me aqui, na penumbra, a lembrar dos teus afagos...



Faz-me uma carícia de leve, diz-me palavras em voz serena.
Deixa que os meus olhos se fechem, deixa que o negro se esqueça.
Depois sai e fecha a porta sem ruído.



Jorge Roque





*Peço desculpas pela ausência: mas estou mudando de cidade, casa, e trabalho. Tudo está atribulado... Logo, logo, passarei nos blogs. 

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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!