madrugada...!


...Meu amor, amor de uma breve madrugada de bandeiras, arranco a tua boca da minha e desfolho-a lentamente, até que outra boca e sempre a tua bocacomece de novo a nascer na minha boca...



Eugênio de Andrade
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!