que nasce das mãos e do espírito dos homens:


pretendo que a poesia tenha a virtude de,
em meio ao sofrimento e o desamparo,


acender uma luz qualquer,
uma luz que não nos é dada,


que não desce dos céus,
mas que nasce das mãos e do espírito dos homens.





Ferreira Gullar
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!