Espremo um gomo entre a língua e o palato.
Como se pintasse frescos na cúpula,
aguarelo a manhã pelo pensamento incolor.
Misturo mais azul, abro o brilho,
contrasto as cores que já vejo.

Posso viver só de laranjas
e do ar que respiro,
com vista para o mar,
aqui, onde escolhi ficar.



Isabel Solano,
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!