quinta-feira, 26 de abril de 2012


Era uma vez,
Mas eu me lembro como se fosse agora.
Eu queria ser trapezista,
Minha paixão era o trapézio.
Me atirava do alto na certeza que alguém
Segurava-me as mãos não me deixando cair.
Era lindo, mas eu morria de medo, tinha medo de tudo quase:
Cinema, parque de diversão, de circo, ciganos, aquela gente encantada que chegava e seguia.
Era disso que eu tinha medo.
Do que não ficava para sempre.

Antônio Bivar

**O que não fica... De alguma maneira fica para sempre
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