Coragem, as vezes, é desapego!


Enfrentei a saudade, contive o ímpeto da falta.
Confesso que a imobilidade doeu mais do que um movimento abrupto.
Se realizasse o ato banal, vestiria novamente os fantasmas.
A casa não era mais minha. Os hábitos não eram mais meus.
Não tinha mais obrigação com o passado.
Sequei o rosto com os próprios punhos.


Fabrício Carpinejar
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!