Mas não me importo... De dormir ao relento, entre tuas mãos...


Amo o caminho que estendes por dentro das minhas divisões.



Ignoro se um pássaro morto continua o seu voo


Se se recorda dos movimentos migratórios


E das estações.


Mas não me importo de adoecer no teu colo

De dormir ao relento entre as tuas mãos.





Daniel Faria
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!