Estou sempre dando adeus: também ao desencontro e ao desencanto. Estou sempre me despedindo do ponto de partida que me lança de si, do ponto de chegada que nunca é aqui. Estou sempre dando adeus: até a Deus, para reencontrar em outra esquina de adeuses. Estarei sempre de partida, até o momento de sermos deuses: quando me fizeres dar adeus á solidão e à sombra. .





Lya Luft
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!