segunda-feira, 12 de março de 2012

Entrega: 'Desejo-te até o desejo se queixar que dói'


Vem cá! Assim, verticalmente! 
Achega-te... Docemente... 
Vou olhar-te... E, no teu olhar, colher 
promessas do que quero prometer
até à síncope do amor na alma! 
Colemos as mãos, palma a palma! 
A minha boca na tua, sem beijo... 
Desejo-te até o desejo 
se queixar que dói. 
E sou tua, assim, como nenhuma foi! 


Leonor de Almeida 
Postar um comentário

‘Cubra-nos com Teu Manto, oh Mãe’...

‘Cubra-nos com Teu Manto, oh Mãe’...  Quantas frases mal pronunciadas, sussurradas, cheias de uma pressa, de apelo e de fé elevei ...