quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

passei tanto tempo colecionando suas ausências que acabei juntando seus pontos, vírgulas e reticências ao meu enorme acervo de solidão.

quando, porém, minha caixa de preciosidades ficou insuportavelmente cheia, joguei tudo fora: ele, minha dor e seus silêncios.

resolvida a questão, recomecei do zero. 




Mariza Lourenço
Postar um comentário

‘Cubra-nos com Teu Manto, oh Mãe’...

‘Cubra-nos com Teu Manto, oh Mãe’...  Quantas frases mal pronunciadas, sussurradas, cheias de uma pressa, de apelo e de fé elevei ...