O medo de perder-te é um corcel...


Oh, meu amor,

doem-me os braços de te abraçar,

trago as mãos acesas,

a boca desfeita

e a solidão acorda em mim um grito de silêncio quando

o medo de perder-te é um corcel que pisa os meus cabelos

e se perde depois numa estrada deserta

por onde caminhas nua.

Como se estivesses triste...





Joaquim Pessoa
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!