Não digas nada 

 A tua boca já me pertenceu e agora tenho ciúmes das palavras.
O que disseres será um beijo pousado nos lábios de outra mulher, dor e mais dor, traição maior para quem acreditou que o teu amor era para
a morte. 

Não fales tenho também ciúmes da tua voz; ouvir-te é ficar só uma vez mais.





Maria do Rosário Pedreira
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!