A memória de nós, 
É mais. 
É como um sopro
De fogo, é fraterno e leal, é ardoroso
É como se a despedida se fizesse o gozo
De saber
Que há no teu todo e no meu, um espaço
Oloroso, onde não vive o adeus.





Hilda Hilst
2 comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!