Entre um rosto e um retrato, o real e o abstrato. Entre a loucura e a lucidez. Entre o uniforme e a nudez. Entre o fim do mundo e o fim do mês. Entre a verdade e o rock inglês. Entre os outros e vocês. Eu me sinto um estrangeiro, passageiro de algum trem que não passa por aqui, que não passa de ilusão.




Engenheiros do Hawaii.
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!