domingo, 5 de fevereiro de 2012

Como sangue, somos lágrimas. Como sangue, existimos dentro dos gestos. As palavras são, tantas vezes, feitas daquilo que significamos. E somos o vento, os caminhos do vento sobre os rostos. O vento dentro da escuridão como o único objeto que pode ser tocado. Debaixo da pele, envolvemos as memórias, as ideias, a esperança e o desencanto...





José Luís Peixoto
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