começa-se o silêncio a desenhar

   nos interstícios da carne, a que se prendem

          imagens que no fogo

                          lento da memória se apuraram


                            de dia para dia e que o passado

                          nos serve agora como iguaria.


Luís Miguel Nava


**E arde!
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!