Tudo o que aprendi de outras viagens, de nada me serve agora. Terei que aprender tudo outra vez. 
O olhar. A pele. A voz. O corpo.
Nunca me poderia ter preparado para ti. Porque tu nunca foste sequer uma suspeita.
Vieste sem te chamar. De mansinho. De surpresa. E ficaste tão perto que ocupaste a minha pele. 

(…) Mas ainda não conheço o rosto do medo que nos afasta. 




Maria José Quintela
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!