'perde-se de sete em sete anos'



A identidade, como a pele,
renova-se, perde-se de sete
em sete anos, muda no mesmo
corpo, torna diferente
a permanência humana.


A identidade é a soma
das intenções, uma foto
instantânea para um propósito
imediato que não dura.

A identidade é um equívoco
para camuflar o coração.






Pedro Mexia
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!