Minha paz é ilusória, falsifico expressões,


Acabo acreditando na minha própria cena. 

São pilhas e pilhas de dor,

Como num armário velho, vão se amontoando,

Até ficar impossível guardar algo mais,

De teimosa eu abro a porta e

Os entulhos amontoados
São jogados em meu rosto.



Poliana Fonteles
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!