"Meu amigo, andei tão maus. Uma tristeza que não me largava. (...) Uma sensação de abandono, de solidão sem remédio - conhece o texto? -, de velhice chegando & eu chegando ao fim, sem ninguém nem nada além de ilusões já tão esfarrapadinhas."





Caio F. em carta para Marcos Breda
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!