"A janela continuou fechada. Mas a voz falou:

- Eu te livro desse amor, desse peso.
- O quê?
- Esse amor que você está sofrendo, essa vontade que você está sentindo de morrer: eu te livro disso.
- De que jeito?!
- Quando a história estiver pronta você vai ver.
- História? que história?

A voz falou mais baixo:

- Escreve a história dessa dor e eu te livro dela. É uma troca: eu te prometo."





Lygia Bojunga
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!