Em 2012, conceda-me:


"Concede-me, Senhor, a graça de ser boa,

De ser o coração singelo que perdoa,
A solícita mão que espalha, sem medidas,
Estrelas pela noite escura de outras vidas

E tira d'alma alheia o espinho que magoa"



Helena Kolody


*AMÉM!
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!