Ah, o silêncio....

                                          


recordo: os olhos tristes pousados no balcão e algum cansaço. tenho pena de te não ter dito nada, até amanhã talvez, até sempre ou até nunca. tenho pena de te não ter arrastado porta fora, solidão adentro, para te contar como são frias e sombrias as noites que habito






Autor Desconhecido.
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!