Adélia: achei tão profundo...


"Te espero desde o acre mel de marimbondos da minha juventude.

Desde quando falei, vou ser cruzado, acompanhar bandeiras,

ser Maria Bonita no bando de Lampião, Anita ou Joana,

desde as brutalidades da minha fé sem dúvidas.

Te espero e não me canso, desde, até agora e para sempre,

amado que virá para pôr sua mão na minha testa

e inventar com sua boca de verdade

o meu nome para mim"




Adélia Prado
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!