domingo, 20 de novembro de 2011

E no meu peito restou... um nó de marinheiro


Áspera e vulgar era a manhã quando de novo à minha mesa te sentaste: 
falaste-me do mardo teu equilíbrio na crista das ondas e de um país ao sul, onde em júbilo incontrolado, novas praias te esperavam

...

Afinal foi numa vulgar manhã, que uma vez mais, com astúcia, te armadilhei: escondidos foram, num dos teus bolsos, pedaços do meu destino...



Victor Oliveira Mateus
Postar um comentário

‘Cubra-nos com Teu Manto, oh Mãe’...

‘Cubra-nos com Teu Manto, oh Mãe’...  Quantas frases mal pronunciadas, sussurradas, cheias de uma pressa, de apelo e de fé elevei ...