E no meu peito restou... um nó de marinheiro


Áspera e vulgar era a manhã quando de novo à minha mesa te sentaste: 
falaste-me do mardo teu equilíbrio na crista das ondas e de um país ao sul, onde em júbilo incontrolado, novas praias te esperavam

...

Afinal foi numa vulgar manhã, que uma vez mais, com astúcia, te armadilhei: escondidos foram, num dos teus bolsos, pedaços do meu destino...



Victor Oliveira Mateus
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!