A mais radical solidão,
eu, com todo o meu corpo apenas,
pela primeira vez. 




Eu, que sempre
levava comigo somente os olhos, primeiro,
depois, o ouvido e o tacto. 


Ali, naquela câmara do absoluto, do vazio,
do amplo – amplidão que multiplicava o vazio,
atenta enfim, a um cheiro ácido,
do grande Universo invisível.






Fiama Hasse Pais Brandão
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