...da liberdade destes ventos que me faço...


da liberdade destes ventos
que me faço.


Pássaro-meu corpo
máquina de viver,


bebe o mel feroz do ar
nunca o sossego."






Olga Savary
1 comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!