canta, filha!
     não há morte para a tua inocência,
         não há mãos para estrangular teu canto,
             não há grades para os de olhos claros,
                  não há muros para quem sempre viveu


                                          do outro lado!








Antonio Simões
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!