"Não digas nada, dá-me só a mão. Palavra de honra que não é preciso dizer nada, a mão chega. Parece-te estranho que a mão chegue, não é, mas chega.
(…) Se calhar sou uma pessoa carente. Se calhar nem sequer sou carente, sou só parvo.



António Lobo Antunes

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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!