"Multipliquei-me, para me sentir,
Para me sentir, precisei sentir tudo,
Transbordei, não fiz senão extravasar-me,
Despi-me, entreguei-me,
E há em cada canto da minha alma um altar a um deus diferente."




Álvaro de Campos
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!