Achava que não conseguiria viver sem ele. Meu marido tinha a mania de falar para o Cazuza: "Você não vai morrer, por que eu não vou deixar". Às vezes, ele ligava para o pai e pedia "vem aqui falar aquele negócio". Meu marido largava o trabalho só para falar isso: "Não vou deixar você morrer".




 Lucinha Araújo, mãe de Cazuza
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!