...um silêncio eterno e mudo como o tempo...



Sei que não se parece em nada com uma carta porque não pretendo dar-te notícias ou dizer o que a vida me tem trazido: apenas quero mostrar-te que, por mais vidas que tenhas, o teu corpo não será nunca capaz de medir todo o amor que se me transpira pela parte de trás do meu silêncio.


Sérgio Xarepe
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!