"Meus sábados inteiros são feitos de duras lascas que vou arrancando com movimentos desajeitados pelas salas e escadas desta casa vazia, à espera de que um daqueles ruídos antigos e inúteis como o portão batendo ou os passos deles no cimento ou a campainha tocando me puxe do centro desse agosto que não acaba.



Caio Fernando Abreu
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!