É porque:

E é porque sempre fui de brigar muito, meu modo é brigando. É porque sempre tento chegar do meu modo. É porque ainda não sei ceder. É porque ainda não sou eu mesma, e então o castigo é amar um mundo que não é ele. É também porque eu me ofendo à toa. É porque talvez eu precise que me digam com brutalidade, pois sou muito teimosa. […] Talvez eu tenha que chamar de “mundo” esse meu modo de ser um pouco de tudo.
 
 
Clarice Lispector
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Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!